quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Dia da burrice..

Oi Girls and boys, Vi, escrevendo..

Queridas e queridos estive lendo uns livros, e teve um que não gostei..

O livro é premio Nobel de literatura.
Significa dizer que é muito apreciado pela maioria das pessoas, aliás, estive vendo no Google, e só li elogios sobre o livro.

Mas gosto é algo que não se discute, cada um tem o seu, uns gostam do amarelo, outros do azul..



Deveria ser assim, mas estamos vivendo em uma sociedade onde estão nos privando da liberdade de gostar disso ou daquilo.

Emitir uma opinião contraria da opinião de quem dita as regras, podem ocasionar inúmeros rótulos negativos a nossa inteligência, ao nosso caráter, a nossa pessoa.

As vezes é muito mais fácil abaixar a cabeça e seguir o líder, deixar de ter opinião, deixar que outros pensem por nós e decidam por nós..

Do que enfrentar a discriminação, os rótulos..



É difícil ser taxado de burro, feio, relaxado, fraco..  ser o diferente numa terra em que todo mundo é obrigado a ser igual.

Da mesma forma que estamos vivendo em uma época que se determina qual o tipo físico ideal, qual o cabelo ideal, qual a religião ideal, e etc..

Também estão determinando do que podemos e devemos gostar..

Já instituíram que todo mundo tem que ser magérrimo, pois só os magros são belos e todas demais pessoas que não são magras, é porque não tem personalidade, são fracas e etc..

Ser gordinho não é fácil, pois na hora de comprar uma roupa é difícil encontrar roupas com um bom caimento..

Além disso, tem outras dificuldades que todos os gordinhos conhecem..

Mas o mais grave é essa discriminação pejorativa sobre o caráter dos gordinhos.

Eu vejo um monte de mulheres loiras com escova, que a cabeleira dela nunca foi loira nem lisa..

Mas não ter cabelo loiro e liso, passou ser sinônimo de relaxo.

E ser taxada de relaxada, ninguém gosta.

Determinaram que certas pessoas, são grandes filósofos, pensadores, sábios, que fazem parte de uma elite pensante e não gostar de um deles significa ser desprovido de inteligência.

Burro?
Eu não! Vou falar que gosto muito desse fulano, mesmo detestando?




Então minhas queridas, hoje é o dia da minha burrice..
Pois vou falar do livro que eu não gostei..

Podia continuar com minha fama de intelectual, não é? kkkkkkk

*Livro: O amor nos tempos do cólera, Gabriel Garcia Marques, 429 paginas.




O livro trata de uma história de amor e que se baseou em parte na história verdadeira dos pais do autor.
Se tivesse se limitado a relatar fatos reais, com certeza eu teria apreciado, mas quando o autor deu vazão a sua imaginação, deixei de apreciar.
A história tem muito enroleixon, podia ser mais dinâmica e sucinta.

É cansativa, o autor fica repetindo os nomes completos dos personagens a todo momento, sem necessidade.

Dá impressão que o autor tinha que escrever um livro com 'não sei' quantas letras, e para cumprir um contrato, tratou de "encher linguiça"..

São três personagens centrais, o resto dos personagens está lá girando em torno deles.




Vamos ao enredo: um rapaz se apaixona por uma adolescente de 13 anos e começa a conquista-la com cartas.
A jovem se acha apaixonada e o pai ao descobrir tenta dissuadi-la, mas ao ver sua resistência manda ela para casa de parentes distantes, para que ela esqueça essa paixão.
Mesmo distante eles conseguem burlar a vigilância do pai dela e se comunicam por telegramas..(até aqui a historia é baseada na vida real)


Cena do filme
Quando ela retorna, já com 17 anos, eles voltam a se encontrar, e quando ela olha para ele, (a paixão tinha acabado), ela percebe que eles não têm nada em comum, que foi um erro, e rompe totalmente com ele.
Palavras que ela usa para descrever aquele encontro: que ele não era um homem, mas uma sombra.

Ele não se conforma e determina que ela vai ser dele.

Ela se casa com um medico, tem filhos, é feliz..


Cena do filme
Enquanto ele passa a vida dele tendo casos sexuais, rondando ela, desejando que o marido dela morra..

Já idoso, ele seduz uma menina de 13 anos que lembrava sua amada quando tinha a mesma idade.. 

Quando o marido da amada morre, depois de 50 anos de casada, ele rompe com a menina, porque diz que vai se casar com sua amada, a menina sentindo-se abandonada, suicida-se..

Então no enterro do marido, ele vai até a mulher e diz que esteve esperando por ela durante todos os 51 anos..

E depois de alguns meses, (o defunto nem estava frio), ela fica com ele.


Cena do filme
Observem que, foi ela que não quis nada com ele, que o rejeitou, porque o achava uma sombra..

Em minha opinião o cara era psicopata, colocou na cabeça que ela ia ser dele e ficou que nem um urubu rondando o casal feliz..


Usava as pessoas para sua satisfação sexual, e não teve nenhum escrúpulo, em seduzir e destruir uma menina, (pedófilo).


E no final, foi premiado, pois o que ele desejava conquistou, (nem moral a história tem).


Eu não consegui ver a história de amor entre eles, mas uma relação doentia, obsessiva.



Vou me despedindo de vocês
Obrigada pelo carinho e atenção..
 muitos beijos..
Meu carinho para vocês:
Tchau,Vi

30 comentários:

  1. Burra, tu? Nunquinha! Opiniões estão aí pra serem expressas e...RESPEITADAS,né? Cada um,cada qual,rs bjs, lindo carnaval!! Rimou? bjs, chica

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  2. A Vi ainda bem que é uma intelectual escrevendo que não gostou de um livro, pq se fosse eu seria tachada, ja comentei la no blog que não gostei de um livro do Machado de Assis (Memórias Póstumas de Brás Cubas) confesso que me senti uma ET, pois só vejo elogios ao autor, mas eu tenho direito de gostar ou não né e ser sincera tb! tb não gostei desta história, pedofilia mesmo!!

    bjs

    Gélia

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  3. Sabe Vi, estou tão enjoada dessa época em que vivemos neste país hipócrita.
    Rotulação para tudo. Se você for andando por uma rua, dizem que você deveria ir pela outra ......
    Ser clara, olhos claros, é uma afronta aos que não são assim.
    Somos cada um de um jeito e a genética manda em tudo.
    A forçação de barra para todos serem, "assim assado" porque está na moda, é irritante.
    Não vivemos sem o olhar discriminatório alheio........

    E quanto ao livro, também li e não gostei!
    Acho ridículo a pessoa sair da vida de uma que não ama e, "séculos" depois voltar porque ficou sòzinha e viverem "felizes" para sempre!
    Tanta mediocridade nuns relatos ........... como você disse, pedofilia, ausência de amor próprio .......
    Quando as pessoas passarão a raciocinar e tomarem conta da própria vida e não cometer tanta BURRICE?
    Enfim, vivemos nesta época dos "perfeitos, certinhos" , então só nos resta ser nós mesmas e viver nossa vida como queremos e quem não estiver satisfeito que se mude para Júpiter !!!!!!!!!!!
    Beijos querida.


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  4. Ahhhh e você ainda conta o final do livro? kkkkkkkk... Gosto é gosto e isso não se discute. Acho q temos de ler de forma crítica e conhecer de tudo um pouco - faz parte do nosso crescimento. Mas nada disso obriga a gostar igualmente de tudo que vemos, conhecemos, vivemos. Não há burrice nenhuma em admitir que você não gostou. Há, sim, honestidade!

    Li, recentemente, "Cemitério de Praga" de Umberto Eco. Não é um livro fácil de ler nem foi uma história envolvente pra mim. Da mesma forma que citava personagens e fatos verdadeiros numa trama - que pode ser, tranquilamente verdadeira, mas louca, confusa - também viajou. Entretanto, fui até o fim, tentando gostar de lê-lo, pelo simples prazer de ler. Uma coisa bacana que me aconteceu foi a vontade de rever fatos históricos citados na obra. Outras (não tão bacana), reafirmar a opinião que já possuía de que em política e história os fatos foram, são e serão manipulados de acordo com a conveniência dos personagens; e que o ódio racial, junto com preconceito, são atitudes presentes em todas as épocas do ser humano. Basear-se no "não gostar" pra emitir opiniões e julgamento de caráter causou tragédias terríveis (holocausto, como exemplo) e que se repetem, dia após dia, continuamente (a velha mania de rotular e definir as pessoas).

    O legal é ler, é ter opinião, é poder falar que gostou ou não, é conhecimento. Mas já parou pra pensar quanto da vasta alma humana você conheceu nesta obra? E sobre a possibilidade real de existirem pessoas e relacionamentos assim? A vida imita a arte ou a arte imita a vida.

    Beijão e excelente dia pra vc!

    Luiza Mallmann

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  5. Vi, ada um tem seu ponto de vista,mas burra vc não é!!Obrigada por dar sua opinião sobre este livo, eu já ouvi falar muito dele,mas não vou ler não.bjs.

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  6. Adoro ler, mas quando não aprecio um livro logo o abandono. Então eu também seria "burra"? Nananinanão! Temos o livre arbítrio para fazer escolhas e isso que é interessante nas nossas vidas, não é mesmo? Porque tenho que gostar do que o outro gosta? Nunquinha! Esse livro com certeza não vou ler, não gostei da sinopse rsrs... Bjs

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  7. Oi Vi, não li esse livro, mas já li muitas obras dele, em época que contestávamos tudo.
    Mas, você está certa quando emite sua opinião e, pode até ser diferente da maioria, pelo que sei somos livres para pensar, agir e contestar, já se foi o tempo em abaixávamos a cabeça para tudo que nos obrigavam a aceitar. Se não me agrada, também dou minha opinião, nessa de ser padronizada, só me fez mal.
    Amo sua forma de se expressar, precisamos ser mais autênticos e não "seres massificados".
    Abraços carinhosos
    Maria Teresa

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  8. Concordo em gênero, número e grau! Estou achando extremamente difícil viver nos dias atuais, pois tudo o que a gente diz "fere" algo ou alguém! Não se pode mesmo ter opiniões nem sermos autênticas! Uma porcaria!!

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  9. Vi
    eu já disse, sou gorda, flácida, nem tenho cabelo loiro e com chapinha. E agora?
    Tampouco tenho palavreado coerente na hora de formular os comentários.
    Lembro, certa vez, que dei minha opinião sobre o final de uma novela e recebi de volta um comentário muito explicativo que até hoje não entendi direito. E a leitora do blog, não retornou.
    Eu acho que já assisti ao filme, não li o livro. E opiniões devem ser respeitadas. Cada um tem a sua.
    eu não gostei do filme.rs

    bjo Zizi

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  10. amore seu comentario devia ser publicado no google viu...não tem nada de burrice e opinião quando vem com todas as colocações são o verdadeiro exemplo de sabedoria e despreendimento....chato é se falássemos assim "não gostei e pronto"...Tá porque, o que me levou a não gostar..." para mim por exemplo quatrocentas páginas já me impedem de continuar...kkk...bj e boa semana

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  11. Oi Vi! Sabe que tenho perdido "amigos" por saias justas relacionadas a opinião, da minha parte não me incomoda a opinião ser diferente, nem mesmo que me chamem de, tapada, favelada, mal amada, burra, xingar em vez de argumentar só me prova quem realmente é o burro.

    O me incomoda realmente é a maneira desonesta (no meu conceito moral) que as pessoas defendem seus gostos, Na maioria das postagens sobre política por exemplo é assim...Odeiam a Dilma e tudo que aparecer seja lá de onde for, com que intenção ou manipulação já é suficiente para sair compartilhando sem a menor ética, sem responsabilidade , sem compromisso com a verdade. E geralmente acompanhado de um comentário chamando quem critica esse tipo de postagem de burro.

    Digamos que eu não goste da Pepa, isso me dá o direito de espalhar fotinhos montadas falando mentiras sobre ela, por exemplo? Morro burra, mas não faço isso!
    E vai falar que é mentira....tá desrespeitando o espaço, a opinião, o gosto...
    Gente que posta mentira, boatos e suposições está saindo da minha lista, não quero me irritar com isso, qualquer hora podem pegar uma foto minha só porque não vai com a minha "lata", escrever umas mentiras me difamando e sabe como são essas coisas...o estrago é muito maior do que o alcance da verdade.

    Sobre livros...uma vez li um, ganhador de prêmio Nobel, se não me engano era Sobre Heróis e Tumbas. Entrelaçando os assuntos naquela época ainda me preocupava um pouco com status de quem lê é inteligente e tal...li a "obra" até o fim. hoje prefiro os que me tocam o coração, mesmo que achem ridículo, não faz diferença alguma.

    Ótimas reflexões como sempre! Beijos!

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  12. oiiii Vi, saudades imensas de vcs, retornando finalmente a blogosfera, eu não li o livro que falou e não conheço então acho que sou mais burra ainda kkkkk acho que gosto é indiscutível, cada um tem um e pronto, estamos vivendo em uma sociedade que impõe modelos de conduta o tempo todo e isso é um saco, faz anos que deixei de ser loira e assumi a cor natural do meu cabelo, castanho, ele não tem nenhuma química daí toda vez que vou no salão para cortar por que escovar e encaracolar eu mesma faço, mas quando preciso da tesoura não tem jeito, toda vez o cabeleireiro fica tentando me convencer que tenho que "realçar" meu rosto meus olhos e clarear os cabelos, ficar mais "moderna" segundo ele kkkkk minha resposta é sempre a mesma, enquanto não houver brancos não haverá luz kk há me deixa!!! rsrs Bjossss

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  13. Vi,
    qquer dia farei tb um post de dia da burrice... rsrs. Li "O cemitério de Praga", do Umberto Eco, badaladíssimo, e odiei o maldito livro. Mas ando adoentada e sem vontade de escrever..
    E a personagem do Gabriel G Marquez, ficar com um cara que ela dispensou 50 anos antes? Eu, heim? rs
    Abraço!

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  14. Este comentário foi removido pelo autor.

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    Respostas
    1. Opiniões existem e devem ser respeitadas.
      Nem vou ler , detesto qdo enchem linguiça...nem estou podendo ler , não tive alta do oftalmo ainda, acho que vai demorar um bocado!
      bj

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  15. Oi Vi,os rótulos sempre existiram,é só não dá tanta importancia a eles.Bjss.

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  16. Vi, que legal... então somos duas burrinhas! rs
    Pq qdo eu li (faz teeeeeempo), não tinha gostado tb. Achei que não tinha sido uma época boa pra se ler este livro. Já aconteceu de eu ter lido um livro e não ter gostado, mas depois ter dado outra chance a ele, e ter gostado. Então, realmente achei que li num momento errado.
    Mas lendo seu post (e lembrando de algumas passagens), realmente perdi a vontade de dar uma segunda chance a ele. Pelo menos por enqto... hahaha!
    Bjns
    :)

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  17. Oi Vi, vou te dizer que eu não gosto dos livros da Gabriel Garcia Marquez. Esse livro eu comecei a ler e não consegui acabar. Então, também sou burrinha, kkk, e ainda sou gordinha, kkk, e não sou loira. Tô mal na fita para muitos, né? Mas o importante é que estou bem pra mim, pra minha família, pros meus amigos e pra quem realmente importa.
    Amei o seu post.
    beijos
    Chris
    Inventando com a Mamãe

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  18. Oi Vi
    Adoro ser burra assim...
    Acima de tudo, respeitar opiniões é ser inteligente.
    Não li, e nunca tive vontade de ler.
    Aliás, tenho sempre receio em escolher o livro mais badalado, o filme do momento, alguns são pegadinhas.
    Já aconteceu comigo o que a Cici falou.
    Li livros em épocas distintas e mudei a opinião, poucas vezes.
    Quando não gosto do livro, não insisto na leitura, dou a chance em mais algumas páginas, mas depois não consigo.
    Acho que é tempo indo embora.
    Aí depois em outro momento, se for o caso, vem a segunda chance rs

    bjs pra vocês!

    Com gatos fica complicado mesmo, já tivemos por aqui e não era raro encontrar as tais peninhas soltas...
    Uma pena!

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  19. Oi Vi! Essa rotulagem social das aparências é um saquinho mesmo, né? Adorei o que escreveste sobre os cabelos, pois me encaixo perfeitamente neste caso e já me senti discriminada por causa dos meus cachos rebeldes. Independente de ter sentido na pele (ou no cabelo - rerere), abomino qualquer tipo de discriminação, seja de aparências, classe social, religião, seja o que for. Não li o livro mas não gostei da história que contaste... concordo com a tua opinião, com relação ao enredo, pelo menos. Perguntaste no meu blog, se eu também remava. Demorei para responder porque estou sem computador, mas eu remo sim,apesar de estar parada há algum tempo. Nos marcadores do meu blog tem "caiaques" com algumas remadinhas que fizemos. Bom feriado de carnaval para vocês! Bjinho!

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  20. Olá queridas

    Vi, também acho que devemos ter cada um sua opinião e respeitar a dos outros também.

    Agora, quanto ao quiabo ou giló, adoro os dois, rsrsrsrsrs

    beijos carinhosos

    Regina Célia

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  21. Vi querida,
    Você tem razão e coragem para dizer que gosto não devemos discutir,mas infelizmente ser sincera,ter opinião, é ridículo hoje em dia.E assim vai tolindo a cabeça do ser humano para
    ser o que todos são, imbecil.Vi,aprendo muito com vc,obrigado pelas justas palavras!
    Um maravilhoso e abençoado final de semana.
    Grande beijo

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  22. Querida Vi, em 1º lugar: você foi é corajosa. Como você mesmo diz hoje fica difícil expressarmos nossa opinião, ainda mais se ela não é a mesma da maioria das pessoas. Segundo lugar, acho ótimo você ter feito isso pois ai nem perco meu tempo.....
    Pensei em fazer um post esses dias mostrando um livro que nem consegui terminar de ler de tão, mas tão ruim que é: PENSAR BEM NOS FAZ BEM de Mario Sergio Cortella. pelamor hem...! Joguei meu rico dinheirinho fora....Ficou nítido que neste livro o autor quis (como o Roberto Carlos), ganhar um dinheirinho extra....horrível...Você foi muito mais corajosa que eu, assumiu e botou aí pra quem quiser ver...parabéns.
    Bjs e bom carná !!!

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  23. Te apoiando dicurforça, rsrs...Sou muito difícil de agradar, uma história dessas não é um romance, é um caso para psiquiatra e polícia, e não sou nenhum deles, rsrs...
    Beijocas e bom feriado!
    Ana

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  24. Oi, Vi!
    Seria tão mais fácil se as pessoas olhassem para o outro sem críticas e que as pessoas fossem aceitas como elas são. Mas dizem que, ressaltamos no outro o que achamos defeito, por que não aceitamos os nossos próprios defeitos. E também por isso, a necessidade de ser aceito, integrado e admirado, fazem as pessoas perderem a originalidade, se comportando igual ao meio em que escolheram para viver. Aqui na blogosfera, sei que algumas blogueiras (os) não gostaram das vezes que fui sincera. Fazer o quê? Não sei elogiar sem realmente admirar, como não concordar, se tenho opinião diferente. Primo demais pela sinceridade e gostei da sua atitude de ir contra a maré.
    Eu li o livro, faz um tempo e o que ficou da história para mim foi a perseverança e a rejeição ao envelhecimento. Sobre a pedofilia, acho que no passado as pessoas casavam muito cedo. Minha bisa ficou noiva com 11 anos, com 13 casou com a condição de somente terem o primeiro filho aos 15 anos. Casou com um primo, coisa também comum na época, contrariando a atualidade que rejeita esse tipo de relacionamento.
    Firmina também não foi um bom exemplo; ela se casou com o médico por mero capricho porque percebeu que a prima estava interessada por ele e vveu 50 anos ao lado de um homem que nunca lhe deu prazer e achei ridículo o fato de Florentino cadastrar as mulheres com quem se relacionou. Os padrões da sociedade retratados de forma cruel: à mulher é negado o prazer durante uma vida sem que possa reclamar e ao homem é dado além desse direito, o direito ao prazer, mesmo que sem envolvimento emocional. O livro é um tanto quanto machista, pois também coloca o casamento de uma forma bastante unilateral, pois parece que quando finda a capacidade de fazer sexo, o casamento estará acabado?
    “O problema do casamento é que se acaba todas as noites depois de fazer amor, e é preciso tornar reconstruí-lo todas as manhãs antes do café.”
    Envelhecer em tempos de cólera, não é fácil (rs*). Viver em um mundo fútil, onde o poder de consumo de uma pessoa, mede a aceitação em um grupo é vergonhoso!
    Beijus,

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  25. Adorei seu post. Não me recordo muito bem do livro, pois comecei a ler e não terminei, mas sei que é muito machista. Li "Cem anos de solidão" e gostei. Mas com seu post me lembrei do comentário da Raquel Sherazade, que foi metralhada por se colocar diante da história do moço amarrado ao poste. Onde falta justiça, prevalece a loucura. Sempre houve futilidade, mas com a projeção da mídia, exacerbou - se isso de uma tal maneira. Vive - se das aparências muito mais do que se vivia nos casamentos de antigamente. Acho que o facebook retrata bem isso: a fugacidade, as aparências, a futilidade... tudo foi colocado em lente de aumento! E não vejo caminho pra educação, tanto aquela de berço, quanto a institucionalizada. Será que isso é só no Brasil? Me sinto muito triste. Pra onde caminha a humanidade?!?
    O jeito é fazer nossa parte, principalmente se formos da resistência, rsrsrsrsr Bjs e bom feriado pra vcs! (eu vou é costurar, bordar, namorar...)

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  26. Oi Vi! você ainda terminou de ler eu não consigo ,quando não gosto do livro paro e pronto.Já sei que não vou gostar desse livro ,não é o tipo de leitura que me atrai e ó já sofri muito com colegas me perguntando porque engordei tanto! para uma eu respondi que estou mais feliz agora assim gordinha.Infelizmente a sociedade dita regras,as pessoas pensam que se eu não as sigo estou fora do padrão,só tenho uma frase a citar:gente hipócrita!!!

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  27. Oi Vi, realmente somos julgados o tempo todo.
    É complicado, hoje tudo tem o politicamente incorreto, isso me irrita muito.
    É uma hipocrisia sem fim.
    Eu não li o livro, mas pela sua síntese, achei interessante.
    Gosto de livros diferentes, que fogem do tradicional.
    Não que eu apóie a pedofilia e tudo o que o cara fez, mas gosto de histórias que fogem do tradicional.
    Não sei se essa era a intenção do autor, talvez sim, talvez não, rs.
    Mas o importante é que cada um tenha sua opinião e que seja respeitada.
    Bjos

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  28. Oi Vi. Quando eu li este livro achei que eu tinha problemas de interpretação, pois todos diziam maravilhas dele e eu não achei a menor graça. Que bom saber que não estava errada. Bjs

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  29. Pois é Vi!Gosto cada um tem o seu!
    Nos não somos obrigadas a gostar de algo só porque o restante gosta.
    XerOOo

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Se você soubesse o quanto nos deixa feliz com suas palavras ,falaria mooooito mais !!!

Se você deixou um comentário e nós ainda não respondemos, não fique chateado, ás vezes demora, mas a gente chega lá !!!
Bjus 1000.

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